sábado, 26 de junho de 2010

O CALOR DA ECONOMIA NO SÃO JOÃO

Coincidindo com o período de colheita das principais culturas nordestinas, como o feijão, mandioca e, principalmente, milho, a comemoração dos festejos juninos aquece a economia de toda a região. Não diferente, em Campina Grande todos os segmentos do comércio registram considerável aumento das suas vendas, inclusive, segundo Associação Comercial, com vendas que só perdem para o Natal, isso porque o turismo de eventos atrai turistas de todas as regiões do Brasil, bem como de outros países.
Para que se realize um evento de tamanho porte, hotéis, bares, transporte, fábricas de comida de milho, feiras, fogueteiros etc. atuam em todo o processo de preparação, execução e desfecho da festa. Bandas de forró, grupos artísticos, quadrilhas, movimentam também áreas diferentes, pois há produção de roupas, iluminação de palco, contratação de pessoal para montagem de barracas, decoração de lojas, barracas e pavilhões. Percebe-se um aparato para que se torne realidade o Maior São João do Mundo.

A movimentação de todas as mídias é um fator relevante para a comprovação do sucesso da festa, tendo em vista a sua repercussão nacional e internacional.

Importante ressalvar que são mais de 500 artistas, em sua maioria locais, que animam a festa, tendo nesta fonte de renda temporária, mas certa.

O sucesso do turismo é muito bem caracterizado pelo crescimento da rede hoteleira campinense que, no período junino, tem a sua capacidade lotada, sendo, inclusive, necessários aluguéis de residências para suprir a demanda de turistas.

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